
Projeto institui direito ao reparo no mercado automobilístico brasileiro
30/10/2024
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30/10/2024O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (30) que entende a “inquietação” do mercado sobre o chamado “risco fiscal”, mas acrescentou que apresentará propostas de cortes de gastos obrigatórios para manter a regra para as contas públicas, chamada de arcabouço, vigente.
Ele não antecipou quais serão as medidas, mas indicou que elas poderão ser apresentadas na próxima semana por meio de Proposta de Emenda Constitucional (PEC).
Nesta terça-feira, a equipe econômica se reuniu por horas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para iniciar debates mais profundos sobre o corte de gastos.
A explicação é que, sem a limitação das despesas, há o risco do fim do arcabouço fiscal nos próximos anos, o que elevaria ainda mais a dívida pública, com pressão adicional sobre a inflação e a taxa de juros cobrada pelos bancos do setor produtivo.
“É o que eu tenho dito há muito tempo já. A dinâmica das despesas obrigatórias têm caber dentro do arcabouço. Então, a ideia é fazer com que as partes não comprometam o todo que o arcabouço tem a sustentabilidade de médio e longo prazo. Que é hoje a dúvida que preside as incertezas no mercado. ‘O que que vai acontecer se as despesas obrigatórias continuarem crescendo nesse ritmo. É uma é uma fórmula que permite que esse encaixe aconteça”, disse o ministro, a jornalistas.
Fonte: G1 Read More