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Residência em Orlando é estratégia para proteger patrimônio do brasileiro
Divulgação
Blindagem patrimonial, preservação, diversificação, segurança e planejamento são conceitos que aparecem com frequência quando o assunto é proteger o patrimônio construído ao longo dos anos. Para famílias que concentram imóveis, empresas e investimentos financeiros no Brasil, manter uma parcela dos ativos em outra economia e em outra moeda pode reduzir a concentração e o risco cambial do patrimônio.
Isso porque o cenário de 2026 adicionou um elemento novo a essa discussão: depois de anos marcados por forte valorização e baixa oferta, o mercado americano entrou em um período de maior estoque, maior seletividade e, em determinados segmentos e regiões, maior capacidade de negociação por parte do comprador.
O mercado imobiliário nos EUA chama a atenção de investidores de diferentes nacionalidades. A Flórida permanece como o principal destino de compradores estrangeiros de imóveis nos Estados Unidos, segundo levantamento da National Association of Realtors (NAR). No período de abril de 2024 a março de 2025, o estado concentrou 21% de todas as compras realizadas por estrangeiros no mercado americano.
Mas comprar casa em Orlando para proteger patrimônio? Como funciona isso na prática?
Brasil de olho na Flórida
O Brasil aparece entre os países que mais movimentam o mercado imobiliário internacional da Flórida. Segundo a Florida Realtors, os brasileiros representaram 7% dos compradores internacionais no período analisado, atrás de Canadá, com 18%, e Colômbia, com 10%.
Orlando também ocupa posição de destaque. A região metropolitana de Orlando-Kissimmee-Sanford concentrou 13% das compras realizadas por estrangeiros na Flórida, ficando atrás apenas da região de Miami-Fort Lauderdale-West Palm Beach, com 45%.
Patrimônio com uma casa em Orlando
Leonardo Martins é CEO, broker e cofundador do The Florida Lounge
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Uma família que concentra imóveis, investimentos financeiros e outros bens exclusivamente no Brasil está exposta às condições econômicas, cambiais e regulatórias de um único país.
Comprar um imóvel nos Estados Unidos pode representar, dentro de uma estratégia mais ampla, uma forma de diversificação patrimonial, já que o ativo está localizado em outro mercado e tem seu valor denominado em dólares.
Isso não significa, porém, que um imóvel seja uma proteção automática contra crises ou perdas. O mercado imobiliário também sofre oscilações. Existem custos de aquisição, impostos, seguros, manutenção, condomínio, administração e eventuais despesas de venda.
“Quando falamos em proteção patrimonial, não estamos falando que um imóvel é imune às oscilações do mercado. Estamos falando em diversificação. O patrimônio passa a estar em outro país, em outra moeda e dentro de outro ambiente econômico. O diferencial aqui está em investir com a empresa que informa sobre o que é real neste mercado, porque tem experiência e credibilidade para tomar as melhores decisões”, explica Leonardo Martins, CEO, broker e cofundador do The Florida Lounge.
A empresa atua no mercado imobiliário da Flórida e trabalha com brasileiros interessados em morar, investir ou construir patrimônio nos Estados Unidos.
Para Leonardo, a principal dificuldade enfrentada pelo comprador brasileiro nem sempre é encontrar um imóvel. “Hoje existe muita informação disponível. O problema é separar informação de ruído. O nosso trabalho começa antes de apresentar uma casa. É entender o momento da família, o objetivo daquele patrimônio e responder às perguntas que precisam ser respondidas antes da decisão”, acrescenta.
Informação faz parte da estratégia
A decisão de comprar um imóvel em outro país envolve aspectos que vão além da escolha da casa. “Essa decisão exige muito mais do que olhar para o preço da casa ou para uma eventual valorização. É fundamental entender como funciona o mercado americano, quais são os custos, as regras, a tributação, o modelo de locação e, principalmente, as diferenças culturais e jurídicas em relação ao Brasil”, explica o economista Carlos Albane.
A análise também deve considerar o objetivo do comprador, o horizonte de investimento, a disponibilidade financeira e a capacidade de arcar com custos recorrentes. Em outras palavras, diversificar não significa simplesmente comprar um imóvel no exterior. É necessário entender qual papel aquele ativo terá dentro do patrimônio como um todo.
“O mercado americano deixou de ser apenas um mercado de valorização e voltou a ser um mercado de seleção. Alguns anos atrás, em determinadas regiões, o desafio era conseguir comprar. Hoje existe mais estoque e mais possibilidade de negociação. Isso aumenta a importância de escolher corretamente o ativo”, afirma Glauco Pochine, CEO Internacional e cofundador do The Florida Lounge.
Comprar para morar, investir ou ter uma segunda residência?
Um dos pontos que mais diferencia as compras internacionais é a finalidade do imóvel. Uma propriedade adquirida para moradia tem características diferentes daquela destinada à locação. Uma casa utilizada para férias também pode exigir uma análise específica sobre localização, regras do condomínio, administração e custos.
A pesquisa da Florida Realtors mostra justamente essa diversidade de objetivos: 68% dos compradores internacionais na Flórida planejavam utilizar o imóvel para aluguel residencial, como casa de férias ou para uma combinação entre aluguel e férias.
Entre os brasileiros, 15% indicaram a intenção de utilizar o imóvel como residência principal. Outros 23% apontaram aluguel residencial, 26% férias e 25% uma combinação entre férias e aluguel.
Para Pochine, entender essa finalidade é uma das etapas mais importantes. “Não existe um imóvel perfeito para todo mundo. Existe o imóvel que faz sentido para determinado objetivo. Por isso, antes de falar de metragem, piscina ou número de quartos, precisamos entender por que aquela pessoa quer comprar nos Estados Unidos”, afirma.
Quanto custa e como os estrangeiros compram?
Glauco Pochine é CEO Internacional e cofundador do The Florida Lounge
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O levantamento da Florida Realtors mostra que o preço mediano pago por compradores internacionais na Flórida foi de US$ 442 mil no período analisado, enquanto a mediana de todos os imóveis residenciais vendidos no estado ficou em US$ 390 mil.
Outro dado chama atenção: 60% dos compradores internacionais na Flórida pagaram suas aquisições à vista. No mercado americano como um todo, o percentual de compradores internacionais que pagaram em dinheiro foi de 47%.
Isso não significa, porém, que a compra internacional esteja restrita a investidores que possuem todo o valor disponível. Há diferentes modelos de aquisição e financiamento, que precisam ser avaliados de acordo com o perfil do comprador e as regras aplicáveis.
Por que olhar para Orlando?
A atratividade de Orlando não está limitada ao turismo. A região metropolitana reúne uma economia diversificada, crescimento populacional, infraestrutura, universidades, saúde, logística e uma ampla oferta imobiliária que atende desde residências principais até imóveis destinados à locação tradicional e ao mercado de férias.
Para o investidor, entretanto, essa diversidade também exige atenção. Orlando não deve ser analisada como um único mercado. A dinâmica de Winter Garden, Lake Nona, Clermont, Kissimmee ou de condomínios voltados para short-term rental pode ser bastante diferente.
No primeiro trimestre de 2026, Orlando apareceu como o quarto mercado imobiliário americano mais acessado por compradores internacionais no Realtor.com, atrás de Miami, Los Angeles e Nova York, segundo a Florida Realtors.
O que significa proteger o patrimônio?
A loja do The Florida Lounge no Vogue Square, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
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Comprar uma casa nos Estados Unidos não cria, por si só, uma blindagem patrimonial. A expressão pode ser utilizada para descrever uma estratégia mais ampla de organização e diversificação de ativos, mas não significa que o patrimônio estará protegido de qualquer risco.
Um imóvel pode sofrer desvalorização, ficar desocupado, gerar despesas inesperadas ou enfrentar mudanças nas regras tributárias e imobiliárias. Por isso, a compra precisa ser analisada em conjunto com outros aspectos da vida financeira do investidor.
Uma família com investimentos concentrados exclusivamente no Brasil está sujeita ao ambiente econômico, regulatório e cambial brasileiro, já que a dolarização patrimonial por meio de um imóvel não deve ser confundida simplesmente com uma aposta na valorização do dólar, mas como um ativo real localizado em outra economia, sujeito a uma dinâmica própria de preços e que, dependendo da estratégia adotada, pode também gerar renda em moeda americana.
Sair do barulho e olhar para os dados
É nesse ambiente de excesso de informação que empresas especializadas em atender brasileiros no mercado americano tentam se posicionar. “Para o The Florida Lounge, é motivo de orgulho atuar há nove anos com presença permanente no Brasil, mantendo operações em São Paulo e no Rio de Janeiro. Somos a única imobiliária americana com presença permanente no Brasil. Essa proximidade nos permite acompanhar o investidor antes, durante e depois da aquisição nos Estados Unidos”, detalha Glauco.
A proposta, segundo a empresa, é funcionar como uma ponte entre o comprador brasileiro e o mercado imobiliário americano. “Somos uma empresa de vendas, evidentemente. Mas acreditamos que a venda deve ser consequência de um trabalho bem feito. Quando conseguimos explicar o cenário, os números, os custos, os riscos e as oportunidades, o cliente consegue tomar uma decisão consciente”, afirma Martins.
O processo, segundo a empresa, não termina na escolha da propriedade. Documentação, financiamento, impostos, seguros, administração e eventual locação também precisam entrar na conta.
O que analisar antes de comprar o imóvel?
Para quem considera utilizar um imóvel americano dentro de uma estratégia patrimonial, alguns pontos merecem atenção:
● Objetivo da compra – É para morar, passar férias, alugar ou diversificar patrimônio?;
● Localização – A região precisa fazer sentido para o objetivo definido;
● Custo total – Além do preço da casa, entram impostos, seguro, condomínio, manutenção e administração;
● Tributação – A compra e eventual renda de aluguel podem envolver obrigações fiscais nos Estados Unidos e no Brasil;
● Liquidez – Nem todo imóvel é vendido com a mesma facilidade. Localização e características da propriedade influenciam esse aspecto;
● Exposição cambial – Um ativo em dólar diversifica o patrimônio, mas também está sujeito à variação do câmbio;
● Estrutura patrimonial – Dependendo do patrimônio e do objetivo, questões sucessórias, tributárias e societárias podem exigir orientação especializada.
O dólar é importante, mas não é a única variável. “Para brasileiros, o câmbio inevitavelmente entra na análise. Uma alta do dólar encarece a aquisição para quem está transferindo recursos em reais. Por outro lado, avaliar um investimento internacional exclusivamente pela cotação da moeda pode deixar de fora outras variáveis importantes, como preço do imóvel neste momento, capacidade de negociação, renda potencial e horizonte de permanência do investimento”, detalha Glauco.
Morar, investir e construir na Flórida
O mercado americano segue interessante, mas ficou mais complexo atualmente. É fundamental encontrar o especialista certo que vai guiar toda a jornada do investidor. “Nosso papel é colocar todas essas informações na mesa. Análise, informação precisa, planejamento confiável. Às vezes, a melhor decisão é comprar. Em outras situações, é esperar. O mais importante é que a pessoa saiba por que está fazendo aquilo”, afirma o CEO.
Para quem avalia investir em imóveis nos Estados Unidos, buscar informação com quem conhece profundamente esse mercado pode ser uma etapa decisiva antes da compra. O papel de uma empresa especializada é ajudar o investidor a compreender cenários, custos, oportunidades, riscos e as diferenças entre os mercados brasileiro e americano. Nesse modelo, a venda deixa de ser o ponto de partida e passa a ser consequência de um processo baseado em informação, confiança e autoridade sobre o mercado.
Conheça o The Florida Lounge acessando o site oficial.
O The Florida Lounge possui lounges nos Estados Unidos, no Brasil (Rio de Janeiro e São Paulo) e um time especializado em Portugal.
Fonte: G1 Read More


