
MP que proíbe bets precisa ser aprovada pelo Congresso até o começo de março para não perder validade
29/09/2026Tesouro Nacional diz que alta da arrecadação com disparada do petróleo cobre despesas para amenizar preços dos combustíveis
29/09/2026As contas do governo registraram um déficit primário de R$ 13,58 bilhões em agosto, informou Tesouro Nacional nesta terça-feira (29).
🔎 O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo. Se as receitas ficam acima as despesas, o resultado é um superávit primário. Esses valores não englobam os juros da dívida pública.
➡️Houve uma melhora na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando foi contabilizado um resultado negativo de R$ 16,2 bilhões (valor corrigido pela inflação).
➡️Esse também foi o melhor resultado para meses de agosto desde 2021, quando foi registrado um déficit primário de R$ 11,8 bilhões (com a correção).
Receitas X despesas
➡️De acordo com números do Tesouro Nacional, a melhora no resultado positivo está relacionada, principalmente, com o aumento das receitas, que avançaram em ritmo superior ao crescimento dos gastos no mês passado.
Segundo o governo, as receitas líquidas, ou seja, após as transferências, registraram alta real de 3,5% em agosto deste ano, para R$ 187,9 bilhões.
O bom comportamento da arrecadação, por sua vez, está relacionado com o crescimento da economia brasileira, com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e com receitas decorrentes da alta do petróleo.
➡️Já as despesas tiveram um aumento real (acima da inflação) de 1,9% em agosto, para R$ 201,5 bilhões. Os principais aumentos foram:
No que se refere às despesas, o aumento observado em agosto foi influenciado, principalmente,
Fundo Especial de Financiamento de Campanha – FEFC (+R$ 4,9 bilhões), que não foram realizadas em 2025.
Benefícios Previdenciários (+R$ 2,7 bilhões),
Abono e Seguro-Desemprego (+R$ 2,4 bilhões)
Créditos Extraordinários (+R$ 1,3 bilhão), impacto das medidas de combate aos conflitos no Oriente Médio.
Fonte: G1 Read More




